RESUMO:
O artigo pretende reconstruir e discutir os pontos culminantes da vida desta mulher muito à frente de seu tempo, cuja vida tem sido, desde a infância, cheia de contrastes.
A trajetória jurídica e empresarial de Edna Pinato (58) está articulada com a história e as memórias do Coletivo GDM – Gestão Da Mudança, fundado em 1º de março de 1990, quando ainda residente em Manaus, juntamente com outras duas formidáveis mulheres.
Contrastes entre a sua incensurável reputação e o meio onde foi, “pelo destino”, inserida profissionalmente – a advocacia, a carreira de Auditora Fiscal e o uso de seu dom.
Contraste entre as forças da harmonia e do amor que esta corajosa e digna mulher emana, nutrindo os filhos e netos do coração e do ventre x forças obscuras do ambiente empresarial, onde luta com honradez e transparência, na direção segura das duas empresas – Tapindaré Hotel e Restaurante e Fazendinha Cogumelo.
De menor significância, mas também de grande contraste, a trajetória da mulher elegante, inteligente e sagaz x a menina que nasceu e cresceu no campo, numa vida bucólica e doce, bebendo “leite ao pé da vaca”, comendo frango e verduras pegas no quintal quase na hora de cozinhar, morando em casa de pau a pique; Atualmente vivendo em uma casa onde tudo é chique, sustentável, moderno e confortável, na pratica diuturna da Teoria da Razão.
PALAVRAS-CHAVE: Gestão da Mudança. Trajetória de Vida. Ética e Transparência. Dom. Filantropia. Teoria da Razão.
INTRODUÇÃO
O artigo visa entender suas formas de viver os contrastes no campo e na cidade, suas redes sociais, enxergando, primeiramente a mulher que constrói um papel “positivo” junto à sociedade. Comecemos conhecendo a trajetória de Edna Pinato e os aspectos que propiciaram que ela se tornasse o que é, deixando diversas marcas do bem por onde passa e onde está.
COMPREENDENDO O PASSADO
“ Desde sua meninice, ela é feita de aço, mas tem um coração de manteiga”, diz o pai Chrismino Pinato (90 anos), morando e sendo cuidado pela filha em Alto Paraíso. E continua: “ – Minha única filha mulher entre quatro filhos homens, ela, a filha do meio, foi a que sempre cuidou de todos eles, com a sua grande força e amor. Foi também a única dentre meus cinco filhos que quis estudar e chegou lá. Tenho muito orgulho de minha menina.”
Nascida em Macedônia, um vilarejo do interior de São Paulo, Edna Já nasceu intuitiva, porém, educada por seus pais na Congregação Cristã no Brasil, ela não conseguia minimamente entender seu dom, sem grandes choques culturais junto daquele povo amoroso e bom que frequentavam a igreja “do véu”, como é conhecida a congregação até os dias atuais. Aos 16 anos ela parou de frequentar a igreja ancestral e foi estudar na capital paulista, sem os pais.
A ausência deles maltratava profundamente seu coração amoroso, a saudade da mãe que ela ama com todas as forças de sua alma, levou-a de volta para o interior, mas o destino a trouxe, novamente, para a capital, onde focou toda a sua mente nos estudos acadêmicos.
Ao formar-se em contabilidade, na Rede Radial de Ensino de São Paulo, mudou-se, com seus três filhos e marido, para a Amazônia, onde ingressou na Universidade Federal, concluindo o curso de Direito. Cresceu profissionalmente, primeiro na carreira de advogada, depois de Auditora Fiscal de Tributos Estaduais, junto à Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas.
Trabalhou 22 anos na carreira tributária, dos quais os últimos 13 anos exerceu junto ao Congresso Brasileiro, acompanhando os processos legislativos de interesse da Zona Franca de Manaus, em Brasília. Deu o melhor de si no desempenho de suas tarefas, tendo servido como assessora técnica no Congresso, para três diferentes Governos do Estado do Amazonas.
CONHECENDO EDNA NA CHAPADA DOS VEADEIROS
Desde 2003, firmou residência na Zona Rural do município de Alto Paraíso de Goiás, passando a semana em Brasília e os finais de semana, férias e feriados na Chapada, pátria que aprendeu a amar.
“– Na votação do local onde iríamos instalar o Coletivo GDM, eu e meu marido votamos no Projeto que o levaria para Anápolis (GO), não por me passar despercebida a grande emanação dentro desta cúpula magnética de Alto Paraíso (GO), mas porque não queria ficar longe dos meus filhos que, à época, já estudavam curso superior de direito e psicologia, - e aqui, diferentemente de Anápolis, não havia nenhuma faculdade onde pudessem estudar”, fala com singeleza a mãe 'loba' e amorosa.
“– Embora nascida em São Paulo, fiz deste chão minha pátria, aqui investi todo o produto de minhas economias, acreditei na força magnética daqui e após a minha aposentadoria, escolhi aqui viver até o final de meus dias. Sou goiana e quero seguir todos os princípios que aprendi ao longo desta vida, nesta linda terra...” diz a dirigente aos os estudantes da GDM, reunidos, quando a sede de Alto Paraíso, após ter sido vendida para um rico empresário de Brasília, por incríveis “coincidências”, foi devolvida a GDM, numa permuta.
Desde a aposentadoria aos 53 anos de idade, a expertise empresarial de Edna tem sido exercida nas empresas Tapindaré e Fazendinha Cogumelo. O reconhecimento da dedicação e competência da Gestão de Excelência que ela desempenha nas empresas, veio com o Prêmio MPE. Mais de 9 mil micro e pequenas empresas concorrentes, só no Estado de Goiás, foi vencedora a que apresentou maior pontuação nos quesitos de avaliação da Qualidade de Gestão. O Tapindaré foi vencedor na categoria de serviços de turismo e de responsabilidade social. Edna possui altas habilidades e superdotação - AH/ST.
A empresária vive em Coliving com 12 famílias, as quais não são, entre si, parentes consanguíneos, entretanto, aprenderam e hoje sabem, verdadeiramente, o que é o amor fraternal, o afeto e a honradez. Ali, Edna organizou a vida das famílias de modo tão estável quanto seu relacionamento com todos os membros, principalmente com o marido, cujo terceiro casamento já dura 18 anos, e, apesar da diferença de idade entre eles – Arnoldo Jacauna é 17 anos mais novo –, “nosso casamento sempre funcionou porque Edna é muito boa e amorosa”, diz o marido, ainda apaixonado pela esposa, mesmo após duas décadas trabalhando juntos.
Franco e simples, Arnoldo fala da esposa com carinho quando é questionado pelos frequentadores do Coletivo GDM - Gestão Da Mudança ou pelos clientes do Hotel Tapindaré: “ – Adoro sua maneira humilde de viver e de ser, muitas no lugar dela estariam arrotando títulos, dinheiro, viagens, joias, futilidades... ela não, dispensa com generosidade tudo que possui, seus bens, seus amplos conhecimentos, sua presença e acima de tudo sua liderança inata. Ela é um gênio”.
Nas 12 Famílias há pessoas com idade cronológica maior que a de Edna, entretanto, para todos a respeitam e amam como se faz com uma mãe amorosa e sabia. Eu, escritora mesmo sendo 7 anos mais idosa que esta formidável mulher, quando a vejo aconselhando e organizando tudo com tanta dedicação e carinho, sinto por ela um profundo respeito, ao mesmo tempo me orgulho em compartilharmos o mesmo espaço.
Ela, apesar da grande pressão que sofre no mundo empresarial, nunca perdeu a doçura, chegando, muitas vezes a chorar de alegria quando um neto, consanguíneo ou não, fala sua primeira palavra, dá os primeiros passos, aprende a não fazer xixi na fralda ou come sozinho. Para Edna isto é uma demonstração espetacular e de grande significância: “– É o grande espetáculo da vida!”, diz ela. Passa horas e horas conversando com as mães das crianças sobre como melhor educa-los, melhor apoia-los em suas peculiares necessidades, nas questões escolares, brinquedos, lazer, férias, e muito mais.
Me considero uma pessoa com forte senso crítico, vivi meus 66 anos muito bem vividos, viajei pelo mundo afora acompanhando meu marido que era um banqueiro bem-sucedido, tenho formação acadêmica em pedagogia, com especialidade em gestão escolar, sou extremamente detalhista devido a minha profissão de escultora, vivo em Alto Paraiso desde 2003, em todos esses anos, tenho aprendido muito com ela, principalmente a amar a vida. Admiro-a muito quando ela chora de saudade de um neto ou um filho e enxugando as lágrimas diz com resignação: “– Tudo na vida são escolhas, ele escolheu viver as benesses da vida material e assim deve ser amado. Esse é outro grande espetáculo da vida, ela nos oferece infinitas possibilidades, entretanto, ao final, ficamos com apenas uma, aquela que escolhemos”, referindo-se ao filho caçula, jornalista que escolheu viver em Brasília, numa escalada profissional na gestão da multinacional Sky.
A relação afetuosa que ela cultiva com os empregados do Tapindaré e da Fazendinha é digna de ser homenageada. Nenhum empregado trabalha sob sua direção sem ter seu contrato de trabalho anotado em sua CTPS, todos os tributos recolhidos, o respeito, carinho e amor que dispensa a cada um deles, como exemplo o abraço na enorme Renata, cozinheira do Tapindaré, que lembra mais uma filha abraçando a mãe que uma relação empresarial. Existe amor naquele abraço. Naquele “– Bom dia, minha querida” há afeto, há alegria. Mimi que trabalha diretamente com Edna, há 15 anos construindo junto com Ivan e Tico todas as edificações da família, disse em um discurso destes de confraternização de fim de ano, comovendo a todos com sua sinceridade e objetividade:“– Estou feliz por estar aqui nesta festa tão linda, mas o principal motivo de eu estar aqui é porque Dra. Edna respeita a todos nós como se a gente também fosse seus filhos”.
É visível a qualquer olhar mais atento que a cidade de Alto Paraiso, pátria eleita por Edna para viver até seu último suspiro, é marcada pela presença de uma enorme diversidade, tanto na fisionomia dos remanescentes kalungas que habitam a cidade, como na existência de pessoas provenientes de várias nações. A arquitetura das casas mostra as várias etnias que habitam a pequena vila. Esta interação de diversas etnias é fruto de um processo migratório que trouxe para a Chapada dos Veadeiros, indivíduos das mais variadas partes do mundo. A maior parte da imigração ocorreu após 1950, momento em que vários grupos chegaram com informações sobre a potencialidade energética do lugar. O mesmo foi experimentado pela intuitiva Edna, quando veio pela primeira vez, em 1999, conhecer o lugar.
Os problemas que ela logo viu na pequena Alto Paraiso, da falta de estrutura educacional, hospitalar, de transporte, de vida social não inviabilizou sua escolha. Relutou ao imaginar-se longe dos filhos que já estavam na faculdade, e “é preciso dizê-lo sem reservas, pois as ideias não se misturam com interesses e conveniências”, disse ela, contudo, não arrefeceu diante da grandeza das experiências que se propôs a viver na Chapada dos Veadeiros, com suas peculiaridades invisíveis aos olhos humanos, mas de grande significância para uma sensitiva como ela é.
Nessa sua hipersensibilidade, logo lhe ficaram claras as necessidades mais prementes da população e, numa postura apolítica, desinteressada e silenciosa, ela propôs aos membros do Coletivo GDM que fossem desenvolvidos e apresentados projetos sociais a serem executados por eles, em benefício do próximo. Lembro até hoje sua frase curta, simples e sincera, ao justificar sua proposta, mas que disse tudo: “– Responsabilidade social é a forma moderna e científica de falar: amai ao próximo como a ti mesmo. Somos servos de Cristo, portanto, irmãos. Mãos à obra, já aprendemos a nos amar, como próximos mais próximos, agora, vamos ao próximo mais distante!”.
Todos fomos contagiados por este grande espírito de Mãe Universal, muitos de nós contribuímos com os estudos das necessidades sociais mais prementes. Os projetos foram classificados em ordem de prioridades e foram sendo executados pela Associação São Francisco com a participação daqueles que quiseram assumir a gestão dos projetos.
Apesar de generosas, as ofertas não foram muito bem compreendidas pela parte mais antiga da população da cidade, já meio ressabiada com tantos aventureiros que aqui aportam, alardeando projetos sociais e logo vão embora. Mesmo assim, diversos cidadãos alto-paraisenses foram beneficiados.
No campo cultural e da Assistência Social foram executados muitos projetos e muitos ainda estão em execução:
1. BAZAR BENEFICENTE - uma vez por ano oferecendo a população carente de Alto Paraíso roupas e calçados para adultos e crianças, em perfeitas condições de uso, a preços simbólicos que variam de R$1,00 a 20,00;
2. INCLUSÃO DIGITAL DO ADOLESCENTE aulas ministradas pelos membros do GDM, para alunos de 5ª. Serie em diante matriculados na rede pública de ensino, oferecidas no Colégio Estadual Moises Nunes Bandeira e Gerson de Faria Pereira, durante o ano de 2001. A empresária Celia, da Fenix, e sua irmã, à época duas adolescentes, são a prova viva do sucesso deste Projeto. Ambas aprenderam com os professores voluntários a manusear um computador e hoje são grandes profissionais. Alunos que se destacaram neste curso foram reconhecidos e indicados para ingressarem no Programa de Inclusão Profissional.
3. INCLUSÃO PROFISSIONAL – Quatorze jovens foram incluídos gratuitamente nos Cursos de Informática, com ênfase em técnica de manutenção, onde foram agraciados como melhores alunos, os jovens: -Samuel Barboza dos Santos e Leandro Oliveira Ferreira. Ambos obtiveram desenvolvimento brilhante e foram encaminhados com o apoio do Coletivo GDM, para trabalharem em Brasília. Tem-se notícias através da Telma e do Silvinho (ex-vereador), respectivamente, mãe e pai dos premiados, que seus filhos ainda estão por lá trabalhando e são bem-sucedidos profissionais na área;
4. FESTIVAL INTERGALÁCTICO – Em fase preparatória, todo o GDM trabalha, desde janeiro de 2005, para implementar o Projeto em 2015/2016. ONG´s do mundo inteiro poderão participar inscrevendo uma estória a ser encenada em um teatro a céu aberto. As estórias terão como tema a cultura da ONG inscrita, seus objetivos, sua razão de ser, ou, ainda, sobre o Folclore místico que envolve a cidade de Alto Paraíso, em relação à existência de Seres Extraterrestres e de Seres Viventes em outras dimensões distintas da matéria, dentre outros.
5. EXPOARTE– EXPOSIÇÃO DE ARTES de diversas modalidades, será custeada e promovida pelo GDM em parceria com os próprios artesãos ou fabricantes, na cidade de Alto Paraíso. Previsto para implementação em 2016;
6. IMPLANTAÇÃO DE CENTRO DE ENSINO MÉDIO E SUPERIOR desde o início de 2005, todos os membros do GDM se empenham para executar o projeto de criação de uma Escola que atenderá a demanda de jovens residentes em Alto Paraíso e regiões adjacentes. O C.E. basear-se-á nos seguintes princípios:
a) Consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos em sua vida escolar, possibilitando ao aluno o prosseguimento dos estudos;
b) Preparar o adolescente para o trabalho e a cidadania; para que se torne um sujeito autônomo de sua aprendizagem, capaz de adaptar-se com flexibilidade a novas situações de trabalho ou aperfeiçoamento cultural/educacional;
c) Aprimorar o educando como pessoa humana, implementando uma formação ética e desenvolvendo autonomia intelectual, favorecendo o pensamento crítico;
d) Compreender os fundamentos científico-tecnológicos aplicando os conceitos teóricos à prática e a etapa final da educação básica.
O Projeto Pedagógico do C.E. respeita e trabalha: - A crítica, o diálogo, a criatividade, a participação, a superação de obstáculos e dificuldades e acima de tudo o SER HUMANO!
7. GRUPOS DE ESTUDOS são destacados para pesquisar, discutir e expor temas culturais, artísticos e religiosos, com
monitoração de médicos, psicólogos, advogados, professores de artes, de educação física, jornalista, empresários, militares, etc. Eis alguns temas já debatidos:
a) Por que as comunidades de diversos pontos do mundo migram para Alto Paraíso?
b) A constituição energética e fisiológica do Homem
c) Porque e como se livrar dos vícios
d) O orgulho e suas diversas máscaras
e) A vida de São Francisco de Assis
f) Sexo na Adolescência
g) Destino ou consequências?
h) A importância de ser sincero com seus semelhantes.
8. PROJETO ARTE EDUCAÇÃO foi coordenado pela mestra em música, Prof. Nazaré Arruda, de 2000 a
2004, promovendo a iniciação na arte musical e na moral cristã.
Foi ofertado a jovens comprovadamente carentes, de nove a quinze anos de idade, como arma inquestionável contra o ócio, porta aberta para o descaminho e a aceitação de hábitos não condizentes com a ética social.
O estudo da Música atua na percepção auditiva, sensibilidade física e emocional, atenção, ritmo, coordenação motora, cooperação, dedicação, disciplina e auto-estima, contribui para o desenvolvimento dos dois hemisférios cerebrais, liberando as atividades intuitivas, o belo, o estético, o abstrato e a criatividade, por estes fatores foi aprovado com louvor pelo Conselho do Coletivo GDM;
9. SAÚDE É TUDO! Diagnóstico e acompanhamento médico dos alunos da Escola Francisquinho, e dos
internos da Fazenda Rinco sob a orientação da Professora Romilda Rinco, realizados durante o período de 1999 a 2001.
10. PROJETO ANCIÃO VERDE tem como escopo a promoção de atividades direcionadas à Terceira Idade, pretendendo com isso ajudar o idoso a criar uma estrada com sinal verde para que ele prossiga, sempre em frente, sem obstáculos, livre e mais feliz. O Projeto foi tão bem-sucedido e reconhecido pela população que acabou sendo estendido, também, para qualquer idade. Muitos se beneficiaram, inclusive os empregados do setor de produção do Tapindaré, e até o Ivan (pedreiro, irmão do Sassá) que trabalha em edificações há anos, tornou-se um exímio operador de notebook! Dr. Paulo Abreu, Neudir Arruda, Irmã Zélia, Luciana Yoda, Maranhão, Dora e muitos outros honrados anciães tornaram seus caminhos mais verdes ao serem incluídos na tecnologia da informática. Aprenderam com os professores a usar seus notebooks, comunicando-se, através da internet, com seus entes queridos e a navegar sem limites no mundo virtual.
11. AMOR NO PRATO o Tapindaré Restaurante é um dos vários parceiros do GDM. Todas as noites, generosamente, doam alimentos sadios, nutritivos e fresquinhos a quem tem fome. Durante o dia, estes mesmos alimentos são vendidos ao público por preços inacessíveis à parcela mais carente da população. A análise do real benefício que toda a sociedade tem em não ser omissa à situação calamitosa que é a fome, em todos os graus, fez com que os membros do GDM quisessem implementar o Projeto Amor no Prato, desejando apenas que estes irmãos sejam nutridos integralmente, até que chegue o dia em que eles mesmos QUEIRAM conhecer o real motivo de estarem passando pela expiação na matéria, por meio do autoconhecimento, municiando-se da racionalização que traz a força para romper o ciclo do sofrimento e da dor. Cheios de amor, mas conscientes das dificuldades inerentes ao convívio lógico e racional com pessoas, deverá ser feita uma triagem daqueles que necessitam e que não evidencie caráter desagregador no grupo de carentes, com a perspectiva de se criar harmonia, ainda que minimamente entre os assistidos.
12. PROJETO CRIANÇA BRINCA tem como objetivo principal promover atividades lúdicas
direcionadas para crianças de 2 a 8 anos de idade, desenvolvidas no Espaço Kids e na Fazendinha Cogumelo, incluindo a Casinha de Bonecas, Mesinhas e Cadeirinhas, Pista de Corridas de Carrinhos e Apresentações de Palhaços, querendo assim, despertar nos pequenos o hábito de viver brincadeiras saudáveis com outras crianças da mesma faixa etária.
13. PADILLE TURISMO Projeto Retiro de Cura Celular na Chapada dos Veadeiros é uma imersão espiritual
voltada ao autoconhecimento, reconexão e cura interior em meio à natureza. Realizado pelo Coletivo GDM, inclui atividades como yoga, meditações, cura transgeracional, defesa psicoenergética e diagnóstico holístico. O retiro acontece em um dos locais mais energéticos do Brasil, com visitas ao Santuário do Paralelo 14 e cachoeiras cristalinas. O pacote oferece translado, hospedagem confortável e alimentação saudável. A proposta central é proporcionar uma transformação
profunda da alma ao corpo.
A trajetória de vida e a posição de destaque adquirida no Coletivo GDM e na sociedade dão os indícios dos fatores abordados neste artigo, de modo indelével. O poder individual, simbólico e ao mesmo tempo real e verdadeiro, e a atividade filantrópica, possivelmente sejam os principais fatores que contribuem para afirmá-la líder na comunidade da Gestão Da Mudança, assim como, honrada e benemerente empresária na comunidade alto paraisense.
Agora, ao finalizar este artigo, olho para seu rosto, branco como a neve, seus cabelos naturalmente negros, com mechas grisalhas a denunciar seus muitos e bem vividos anos, sua pequenina estatura de 1,53m, vejo que tem uma aparência perfeitamente proporcional ao seu delicado coração, benemerente. Aquela que doa dinheiro, generosamente, por amor às pessoas que sofrem, com o único interesse de ajudar o necessitado, socorrer a pessoa atingida pela desgraça e levar adiante todo projeto beneficente ou construtivo como é o caso do Pacote do Padille Turismo.
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